O sufocamento da iniciativa privada através de uma carga tributária complexa e de uma burocracia estatal excessiva é um dos maiores entraves ao crescimento do Brasil. Alinhada com os princípios de liberdade económica, a Missão defende uma reformulação profunda na relação entre o Estado e as empresas, priorizando a desburocratização e o corte de privilégios no setor público para atrair investimentos e gerar empregos.

A pauta económica da Missão assenta na simplificação tributária radical e na facilitação da abertura e operação de novos negócios, reduzindo o peso das agências reguladoras sobre o micro e pequeno empreendedor. No lado dos gastos públicos, o partido propõe o fim de privilégios corporativos na máquina estatal, a digitalização integral de serviços públicos e a privatização de estatais ineficientes. O objetivo é reduzir o défice fiscal sem a necessidade de criação de novos impostos, devolvendo o poder de compra ao cidadão.

Espera-se que estas medidas reduzam o chamado “Custo Brasil”, tornando o ambiente de negócios previsível e competitivo. A desoneração de quem produz, combinada com a segurança jurídica, cria um ecossistema favorável ao empreendedorismo, permitindo que as forças de mercado operem com eficiência e que o mérito individual seja recompensado.

A maior referência global de transformação económica através destas políticas é Singapura. Na década de 1960, o país era uma nação insular pobre e sem recursos naturais. Ao adotar um modelo focado na desburocratização extrema, taxas de imposto baixas e simplificadas, abertura total ao comércio internacional e forte combate à corrupção estatal, Singapura transformou-se num dos maiores centros financeiros e logísticos do mundo. O pragmatismo e a liberdade económica do modelo de Singapura servem de base para as metas de longo prazo propostas pela Missão.